Cada um de nós deve recordar e reaprender as leis da Natureza e as Leis Universais, através do autoconhecimento. Voltando-se para si mesmo, deve procurar o seu equilíbrio, o seu progresso e a sua evolução, percebendo a interligação entre tudo o que existe - seres vivos e entes inanimados. Claro está que cada um de nós tem em si capacidades para pensar e agir e não pode, portanto, esperar que outros actuem por si - como tem feito até agora a maior parte da humanidade que de maneira insistente acredita em instituições vazias de si. Ora não se pode esperar que ajam por cada um de nós! Aqui e agora esta não é, de maneira nenhuma, uma solução satisfatória!
Já desde tempos antigos que se chama a humanidade à razão! Eclesiastes, por exemplo, guarda uma sabedoria infinita registando: "Há um tempo para plantar e outro para colher"; ou o provérbio "… a sementeira é livre, mas a colheita é obrigatória!"
E é conforme a qualidade da sementeira e da semente que agora estamos a fazer a colheita, quer na no sector das plantas, quer no aspecto humano!
É importante escolher a semente e conhecer o campo onde esta se lança! É importante que cada um se conheça a si mesmo, voltando-se para o seu interior. Esta é a pedra-angular referida por Sócrates e conhecida por outros pensadores e meditativos como S. Bernardo de Claraval, S, João da Cruz e outros tantos mais de cultura ocidental e oriental! Dentro de nós está a resposta: no Eu interno, no Cristo, no Buda!... É por isso que quando mais íntima for a nossa história, mais importante e universal se torna! Ficamos próximos da consciência colectiva…
Não podemos perder o nosso poder enquanto indivíduos. As forças inconscientes, agindo na massa humana, representam um grande perigo para o qual dispomos de uma única arma: a maior consciencialização individual.
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